HAARP:objetivos militares.. + Um resumo


http://www.revistafusion.com:80/2003/mayo/repor116.htmTexto: Marta Iglesias Tradução para o Português por Daniel

PROGRAMA HAARP

O Parlamento Europeu, a Duma russa, e científicos, médicos e defensores do meio ambiente de todo o mundo estão unidos na mesma preocupação: o Programa HAARP. Este projeto estadunidense oficialmente investiga a ionosfera, mas seus responsáveis diretos são a US Navy e a US Air Force, o qual faz supor que os objetivos são militares. Suas possíveis utilizações vão desde alterar o clima a interromper todas as comunicações.

O clima como arma de guerra

As investigações relacionadas com este projeto existem desde os anos 60, mas agora quando retomado, reunido e dotado de fundos. Desde Espanha o cientifico e porta-voz de Ecologistas em Ação para temas nucleares, Paco Castro, afirma que “o Programa HAARP, junto com outros programas de armamento, constituem um projeto coordenado que aparece com a Administração Bush. Estão encaminhados a melhorar e modernizar a indústria de armamento estadunidense e introduz elementos desconhecidos até o momento, como o disparo de radiação eletromagnética”. Desde EEUU, a Dra. Rosalie Bertell vai além ao declarar que “a capacidade da combinação HAARP/Spacelab/foguete espacial de produzir quantidades muito grandes de energia, -comparável a uma bomba atômica-, em qualquer lugar da terra por meio de raios de laser e partículas, é aterradora-, O projeto será provavelmente “vendido” ao público como um escudo espacial contra a entrada de armas ao território nacional ou, para os mais ingênuos, como um sistema para reparar a camada de ozônio”. O que se reflete claramente nos artículos publicados sobre o assunto é que todos os projetos do Ministério de Defesa estadunidense estão se juntando em um só.

O clima aos seus pés?

Na Alaska, rodeada de bosques e altivas montanhas nevadas, esta situada a base de trabalho do Programa de investigação Aurora Ativa de Alta Freqüência, ou Programa HAARP segundo suas siglas em inglês. Um conjunto de antenas emissoras de ondas, e um transmissor de potencia encarregassem de enviar ondas de alta e baixa freqüência à ionosfera. Esta capa da atmosfera atua como um espelho devolvendo-as a superfície terrestre convertidas nas ondas mais baixas do espectro eletromagnético. Com este sistema podem-se emitir comunicações além do horizonte sem necessidade de recorrer aos satélites, melhorar as comunicações com submarinos -posto que as ondas de baixa freqüência são facilmente transmissíveis na água-, fazer prospecções petrolíferas ou de jazidas minerais, ou detectar aviões ou mísseis que voem baixo. Tudo é correto e corresponde à versão oficial americana, que afirma que não tem nada mais por trás, mas as mentes cientificas e políticas apontam outros usos para este programa. Sem ir muito longe, todas estas capacidades utilizadas como arma de defesa poderiam aniquilar todas as comunicações, inimigas ou próprias.

Ofensivamente poderiam inclinar a balança na hora de invadir um pais, depois de conhecer que tem poços petrolíferos ou minerais ainda sem explorar. Mas sem duvida, a idéia mais alarmante dos científicos é que este sistema pode alterar o clima, e se consegue ser feito de maneira controlada, pode ser utilizado como arma. Deste jeito, podem produzir tormentas, estiagens e furacões para arruinar um pais. Paco Castro explica o funcionamento dos aquecedores ionosféricos que utiliza o Programa HAARP comparando-os com um grande microondas: “ ao disparar a zonas baixas produziria um aquecimento na baixa atmosfera, seria um aquecimento local e faria que a água contida em todos os seres vivos que estivessem expostos, esquentasse e provocara sua morte. Um aquecimento na alta atmosfera é imprevisível, porque provocaria desde uma alteração local do clima até alterar as propriedades de “filtragem” que tem a atmosfera. Sendo assim os raios cósmicos vindos do espaço deixariam de ser filtrados pela ionosfera, e fariam chegar sua radiação até a superfície terrestre”. Para muitos científicos, as provas do HAARP seriam responsaveis pela mudança climática de El Niño, os aerólitos ou inclusive da onda de calor que fez aumentar a temperatura de 20 até 40 graus em cinco minutos. Mesmo não tendo provas, fica evidente que alterar o equilíbrio da atmosfera, atuando diretamente sobre ela, trará conseqüências imprevisíveis.

Alterações mentais

Se resulta assustador e quase de ciência ficção imaginar que o Governo Bush se prepara para dominar o clima ao seu gosto, mais estremecedor é constatar um fato evidente: o efeito que tem uma emissão de ondas de baixa freqüência no cérebro de todas as espécies do planeta. Um documento da Cruz Vermelha Internacional adverte dos efeitos negativos da energia radiada e indica as bandas de freqüência com as quais seriam produzidas. Estas se correspondem com as que podem ser emitidas pelo HAARP. Coincidentemente EEUU afirma que um dos usos do Programa é localizar jazidas minerais embaixo da terra e para isto a freqüência necessária é a mesma que produz transtornos na mente humana, que vão desde a desorientação, ao despertar de capacidades paranormais. Para fazermos uma idéia da influencia das ondas na mente humana devemos começar nos estudos que o professor Schurman fez nos anos 50, que constatavam que tem um efeito de ressonância entre a terra, o ar e a ionosfera, cujas ondas vibram na mesma freqüência que as ondas cerebrais humanas e de todos os mamíferos. Estas chamadas ondas Schurman são fundamentais para a vida e quando faltam produzem graves problemas de saúde, como acontecia com os astronautas antes que fossem instalados geradores artificiais destas ondas nas naves. A falta destas ondas produz dores de cabeça, neuralgias, devaneios, e desajustes dos ritmos cardíacos… A alteração das mesmas produz efeitos mais graves. Nos animais um dos efeitos imediatos seria a alteração das rotas de migração de aves e peixes, ao influenciar sobre os campos de energia nos quais eles guiam-se.

A preocupação que esta gerando este programa militar esta tocando alem dos âmbitos científicos e meio ambientalistas.

O HAARP tem a capacidade de “provocar danos de populações inteiras, utilizando ondas de muito baixa freqüência”, segundo a DUMA russa.

A Euro deputada sueca Maj Britt Theorin tem liderado na EU um setor que conseguiu que em 1998 a Comunidade estudasse o programa. O resultado foi publicado no ano seguinte e afirmava que “a pesar dos convênios existentes, a investigação militar continua baseando-se na manipulação meio ambiental como arma”. Solicitou-se aos EEUU enviar alguém para explicar o programa e nunca foi ninguém. Três anos depois, a DUMA russa assinalava que resulta surpreendente que trás estas conclusões a EU no voltasse a afundar no assunto e que as informações não saíssem na imprensa. Paco Castro opina que isto “tem a ver com o fato de que se procuram noticias espetaculares, e como estamos presos ao que é atualidade. Não quero pensar que existe autocensura ou outra censura pior”.

De ser confirmadas todas estas informações, nos espera um futuro negro, que já era augurado pela serie –Para muitos fantasiosa- Arquivos X: uma única potencia que domina os sistemas de comunicação, o clima e as mentes humanas, capaz de gerar uma guerra para conseguir recursos minerais ocultos e sem escrúpulos na hora de enganar aos cidadãos do mundo sobra suas verdadeiras intenções. Até onde pretende estender seu domínio o ser humano? “Eu acredito que não tem limite, enquanto existam pessoas sem escrúpulos dispostas a avançar neste sentido – sentencia Paco Castro-.

Podemos pensar que o ser humano avança, que cada vez progredimos mais e que vivemos num mundo melhor, mas a verdade é que isto é muito discutível. Isto fica evidente se observamos o século XX que vivemos, onde teve bombas nucleares, a catástrofe de Chernobyl, e um monte de avanços que foram usados para destruir e matar. Fica claro que o avanço cientifico não garante, nem muito menos, o progresso humano, e falo com dor porque sou cientifico. Faz falta alguma coisa para que estes tipos de programas não existam ou que os conhecimentos sejam usados para o bem comum, y este algo mais está fora da ciência. Está na sociedade, na política, e nos princípios éticos da gente”.
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http://lists.indymedia.org/pipermail/cmi-ssa/2006-December/1209-zk.html

Em anexo tem um material completo sobre o projeto HAARP com os seguintes tópicos:

**

*1 – (HAARP) HIGH FREQUENCY ACTIVE AURORAL RESEARCH PROGRAM

2 – HAARP: DESTRUIÇÃO DE ALTA FREQÜÊNCIA NOS CÉUS

3 – MANIPULAÇÃO MENTAL E CONTROLE CLIMÁTICO

4 – UMA ARMA CONTRA O MEIO AMBIENTE

5 – PEQUENAS INTERFERÊNCIAS, GRANDES EFEITOS

6 – CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS

7 – FONTES

*
Abaixo um resumo, e o link de uma publicação a respeito no jornal da unicamp.

*O Projeto HAARP*

Em termos muito simplificados, o projecto HAARP é a bomba nuclear do século XXI. É a nova geração de “armas amigáveis”, porque ao contrário do arsenal atómico, não produz a radioactividade destas, mas as suas consequências co-laterais podem ser bem mais devastadoras.

Para grande surpresa de quem nunca ouviu falar disto e contribuindo para o colapso do sistema ideológico de quem ainda crê no Futuro, o HAARP está em fase de testes desde 1994 e tornou-se operacional em 1998. E para os mais predispostos, há quem especule que o massivo corte energético em Nova Iorquee Toronto, em Agosto de 2003, foi uma consequência directa da utilização do programa.

As instalações da base, co-gerida pela Força Aérea (USAF) e Marinha (USN) dos Estados Unidos, situam-se na desolada planície sub-ártica do Alaska, a alguns quilómetros de Gakona. Os 5 hectares de antenas formam um complexo bastante modesto, quando comparado com as capacidades apocalípticas da tecnologia aí empregue.

A tecnologia, ainda que extremamente avançada, tem origem nas teorias de Nikola Tesla em 1900, sobre a transmissão de energia sem recurso a fios conductores. Tesla provou que era possível criar gigantescas ondas electromagnéticas com quilómetros de extensão entre períodos – ELF (Extremely Low Frequency electromagnetic waves). A primeira experiência de radiação ionosférica data de 1932.

O HAARP transformou as teorias em realidade recorrendo ao Electrojacto (um rio de electricidade que flui entre a magnetosfera e as regiões polares, num arco de mais de 100km, carregado com milhões de amperes). A contribuição fatal para este projecto foi fornecida pela patente (US4686605) de Bernard Eastlund, um físico do Texas que desenvolveu o “Method and Apparatus for Altering a Region in the Earth’s Atmosphere, Ionosphere and/or Magnetosphere”.

Este método permite aos transmissores do HAARP concentrar um foco de radiação super-carregada para a ionosfera, de tal forma poderoso que é capaz de a içar enquanto a aquece. As previsões avançadas por membros da comunidade científica é que, sem dividir átomos ou construir bombas, esta tecnologia é capaz de produzir um pulso electro-magnético idêntico a uma explosão nuclear de várias megatoneladas e causar danos atmosféricos superiores aos de uma detonação termo-nuclear. A alteração deliberada do plasma de iões é nas palavras dos mesmos, puro “vandalismo global”, pois pode causar rupturas nas camadas protectoras da atmosfera, convocando cataclismos pseudo-naturais e destruindo o equilíbrio geofísico do planeta.

A Terra é protegida de radiações cósmicas nocivas pelo Cinto de Radiação de Van Allen em conjunção com o campo magnético terrestre e a camada de ozono, que filtra o espectro ultra-violeta cancerígeno. Se esta tripla barreira for enfraquecida, os danos causados pelas partículas energéticas alteraria, no mínimo, os mapas genéticos de todas as formas de vida do planeta.

Num relatório lançado em Julho de 1993 pela Força Aérea (FEIS – Final Environmental Impact Statement) sobre as potencialidades do HAARP, refere-se que «as transmissões do IRI (Ionospheric Research Instrument) têm a capacidade de aumentar a temperatura da ionosfera 80º Farhenheit (27º Celsius), aumentar 20% da densidade de electrões abaixo dos 200.000m e diminuir 10 a 15% acima dessa altitude. O efeito poderá durar o equivalente a uma “noite polar” (20 horas a 179 dias).»

Este relatório de 440 páginas dedica menos de três páginas aos efeitos do HAARP sobre a ionosfera e menos de uma no que diz respeito à camada de ozono afirmando simplesmente que esta não será afectada.

Ainda neste estudo, assume-se que o IRI poderá afectar igualmente «pace-makers, sistemas de combustiveis, explosivos de detonação eléctrica.» Os “flares” de uso comum (alguns carros vêm equipados com estes, de origem), «poderão ser deflagrados à distância». Esta capacidade de detonação à distância é perfeita para a realização do grande sonho americano actual de criar um escudo de defesa anti-míssil que proteja o território nacional.

O FEIS continua, admitindo que «um avião a uma altitude de 9100m que permaneça dentro do foco do IRI (um cone invertido cujo diâmetro é de 11km) durante um período prolongado, poderá ocorrer em consequências desastrosas», embora se coíba de as referir. Observa que Gakona, se situa num «importante corredor de tráfego aéreo comercial que liga Anchorage ao Este norte-americano», assim como é afecta a vôos canadianos e orientais, num total de cerca de 12 a 20 trajectos diários.

Em outros documentos oficiais, a USAF afirma que as finalidades militares deste projecto servem as seguintes áreas: «bloqueio de comunicações (jamming), controlo de grupos terroristas, controlo de massas (crowd
control), controlo de quebras de segurança em instalações militares, técnicas anti-pessoais em combate tático». Reportam também que o IRI pode cobrir áreas geográficas com um único, manobrável e reflector pulso electromagnético de forma a penetrar profundamente a superfície terrestre para «localizar estructuras subterrâneas e pesquisar por reservas fósseis e minerais».

Estas ondas magnéticas situam-se no mesmo espectro de frequência das ondas cerebrais, e podem provocar tonturas, nâusea, vertigens, fatiga, dores de cabeça, vómitos e mesmo disfunções permanentes e irreversíveis. Isto permitiria desabilitar de tal forma um hipotético inimigo que se tornaria incapaz de participar em combate ou defender-se de um ataque (a definição de “inimigo” aqui é arbitrária!…). Mas o potencial destas emissões não termina aqui, é possível através de diferentes frequências, controlar os estados psíquicos humanos, desde a histeria à passividade, da euforia à depressão, e mesmo induzir uma espécie de hipnose de massas. Este tipo de propriedades das ELF (Extremely Low Frequency waves) já foi objecto de estudos bastante concludentes, um deles, a obra de José Delgado “Physical Control of the Mind” pode ser consultada online aqui.

Tal como a frequência utilizada nos radares dos submarinos é suspeita de provocar os frequentes episódios de baleias e outros cetáceos que encalham moribundos nas mais variadas costas, projecta-se que a electro-poluição do HAARP tenha efeitos semelhantos nos padrões migratórios de peixes, aves e outros animais.

Como se isto não bastasse, a arma propriamente dita é outra bastante mais ambiciosa. Uma estudo de simulação para futuros cenários de defesa, descrita num relatório da Air University da USAF, incita as Forças Aéreas dos Estados Unidos a «controlor o clima capitalizando as tecnologias emergentes e investindo no seu uso bélico. Desde aumentar a eficácia do combate norte-americano, a diminuir a do inimigo, o uso em pequena-escala da engenharia climatérica, ou o domínio sobre as capacidades de comunicação, oferece um enorme leque de oportunidades estratégicas. Nos Estados Unidos, a modificação do clima, tornar-se-á provavelmente uma parte da política de segurança nacional com aplicações domésticas e internacionais. O nosso governo seguirá essa política, dependendo dos seus interesses, aos mais variados níveis.»

Segundo a Dr. Rosalie Bertell,«estes métodos incluem o aperfeiçoamento de tempestadas e o desvio de correntes de vapor atmosféricas de forma a produzir secas ou cheias em locais alvo.» O HAARP é capaz de criar zonas de pressão atmosférica prolongada (criação de ciclones) e a quantidade de energia bombardeada para o solo gera tanta vibração que pode mesmo desencadear terramotos.

O uso deste tipo de tecnologia não serve unicamente o propósito de fazer uma Guerra de Clima (Weather Wars), pois permite sobretudo controlar climatericamente o desenvolvimento de outros países, destabilizando a sua economia, inutilizando a sua agricultura, destruindo as suas infra-estructuras.

De acordo com as directivas assinadas na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climatéricas, em 1992, no Rio de Janeiro, «Os Estados têm, de acordo com a carta patente das Nações Unidas e os princípios da Lei Internacional, a responsabilidade de assegurar as actividades dentro das suas jurisdicções e controlo, de não causar danos ao ambiente de outros Estados ou de áreas exclusas aos seus territórios nacionais.» Em adição, uma convenção internacional ratificada pela Assembleia das Nações Unidas em 1997, proíbe «o uso militar ou de carácter hostil de técnicas de modificação ambientais com repercussões drásticas de longa duração e abrangência».
Embora tenham cancelado a sua participação no Protocolo de Quioto
(estrategicamente), os EUA foram signatários desta convenção.Em resposta a um relatório de Maj Britt Theorin, membro suiço do Parlamento Europeu, O Comité para os Assuntos Estrangeiros, organizou conferências públicas sobre o programa do HAARP em Fevereiro de 1998. A Moção para Resolução subsequente do Comité, submetida em Janeiro de 1999, «considera o HAARP por virtude do seu impacto de longo alcaçe no ambiente, uma preocupação global e requere que as suas implicações legais, ecológicas e éticas sejam avaliadas por um corpo internacional indepente; [o Comité] lamenta a repetida recusa da Administração dos Estados Unidos em evidenciar publicamente os riscos ambientais e humanos do programa HAARP.»
Apesar de um vasto conhecimento científico, o assunto de manipulação climatérica para uso militar, nunca foi explicitamente endereçado pela agenda das Nações Unidas.

Talvez porque, haverá várias Nações interessadas nesta tecnologia e legislar contra o seu uso seria contra-produtivo. Não só existem outras bases deste tipo espalhadas pelo globo (embora a dos EUA, seja actualmente a mais poderosa), como a tecnologia em si pode ser importada. O EISCAT, (European Incoherent SCATter), por exemplo, é uma associação de interesses entre a Noruega, a Suécia, a Finlândia, o Japão, a França, o Reino Unido e a Alemanha. Opera em instalações de radiação ionosférica mundial em Tromso, na Noruega. E julgo que, sub-repticiamente, haverá uma noção imbecil no seio das Nações Unidas, de que esta será uma alternativa mais “segura” e “limpa” ao armamento nuclear.
Nota: No site oficial do HAARP, sob uma imagem da bandeira dos EUA e a data 9-11-2001, lê-se “We are united. We are resolved. We will not forget.”- Só espero que não se esqueçam também de Hiroshima!

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/julho2006/ju329pag10a.html

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/jornalPDF/ju329pg10.pdf

*Notícias Curiosas*

“(…) Ao mesmo tempo, ele (Yuri Tokarev, especialista de um centro russo
que estuda as relações entre o sol e a Terra) admitiu que, a princípio, ‘é
possível influenciar de forma artificial e muito diretamente no
comportamento do clima.’

O especialista referiu-se ao projeto americano HAARP (High Frequency
Advanced Auroral Research Project) em instalações militares situadas em
Gakona, Alasca (…)”

“(…) O meteorologista (Scott Stevens) assegurou que uma dessas armas foi
a que ocasionou as tempestades que açoitaram os EUA naquele ano(…)”

“(…) ‘As mudanças na ionosfera e na magnetosfera influenciam no clima e,
se estas mudanças se reforçam com potentes instalações, é possível
transformar o clima de forma global’, disse Valeri Stasenko, do Serviço
Meteorológico da Rússia ao jornal Noviye Izvestia(…)”

Fonte: http://br.news.yahoo.com/051001/40/xyml.html

“(…)estremecedor es constatar un dato evidente: el efecto que una emisión de ondas de baja frecuencia tiene en el cerebro de todas las especies del planeta. Un documento de la Cruz Roja Internacional advierte de los efectos negativos de la energía radiada e indica las bandas de frecuencia que los produciría. Éstas se corresponden con las que puede transmitir el HAARP(…)”

“(…)Para hacernos una idea de la influencia de las ondas en la mente
humana debemos remontarnos a los estudios que el profesor Schumann hizo en los años 50, que constataban que hay un efecto de resonancia entre la tierra, el aire y la ionosfera, cuyas ondas vibran en la misma frecuencia que las ondas cerebrales humanas y de todos los mamíferos. Estas llamadas Ondas Schumann son fundamentales para la vida y cuando faltan producen graves problemas de salud, como les sucedía a los astronautas antes de que instalaran generadores artificiales de estas ondas en las naves. Sin estas
ondas se producen dolores de cabeza, migrañas, desvaríos, se desajustan los
ritmos cardiacos(…)”

“El HAARP tiene la capacidad de “dañar la mente de poblaciones enteras, utilizando ondas de muy baja frecuencia”, según la Duma rusa.”

Fonte: http://www.revistafusion.com/2003/mayo/repor116.htm

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